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SOCIED, CULT, ESP e MEIO AMBIENT
Stagium e Quinteto Violado
Coisas Bonitas deste Brasil
Convido os amigos "blogonautas" a uma visita ao yuotube por meio do endereço http://br.youtube.com/watch?v=DBvwmaBSDe4. Coisa linda de se ver: o Ballet Stagium dançando ao som de Asa Branca executada pelo Quinteto Violado. Vale a pena conferir. Lindo, lindo, lindo!!!
Saudade do Quinteto Violado. Procuro ansioso por um disco do grupo pernambucano chamado "A Feira". Uma obra-prima que me foi subtraída por amigos do alheio que andam à espreita neste mundão de Deus. Quem souber onde posso encontrar...
Escrito por Fernando Gelfuso às 17h48
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DRUMMOND
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
(Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro)
Escrito por Fernando Gelfuso às 12h14
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AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
Parte I
Quando no início deste ano, governantes, empresários e banqueiros de diversos países do mundo chegaram ao cantão suíço de Grisons para participarem do Fórum Econômico Mundial de Davos, uma desagradável surpresa os aguardava – e não eram as “hordas” de manifestantes anti-globalização, habituais contestadores do evento. O inesperado havia sido reservado pela natureza: as belas montanhas da região estavam descobertas das alvas camadas de gelo que as envolvem no inverno. Apropriado desencanto: os homens da produção viam-se diante de um dos efeitos colaterais do crescimento econômico. A amarga constatação de que a produção emprega, difunde o conforto e enriquece, mas também polui, levou à ameaçadora conclusão de que a poluição aquece e liquefaz a neve, modifica paisagens e ameaça a vida humana.
Desde alguns meses antes daquele janeiro de 2007, quando ecodesastres anunciavam aquilo que os ambientalistas – tidos até então como esquerdistas utópicos e catastrofistas – temiam e denunciavam há décadas, os termômetros já estavam tirando o sono de autoridades políticas, empresários, especuladores, especialistas em climatologia e da população em geral, notadamente nos países mais industrializados do mundo, como os Estados Unidos da América e os gigantes europeus. As mudanças climáticas – efeito mais evidente do aquecimento global – parecem ter acordado todos aqueles que hesitavam em se compromissar com as políticas de preservação do meio ambiente, inclusive governantes, empresários e banqueiros de todo o mundo.
O estardalhaço propagado pela mídia, em inúmeros artigos, matérias e entrevistas trouxe a falsa idéia de que as preocupações com os problemas climáticos são recentes. O processo do aquecimento global pode ser considerado historicamente coevo às últimas gerações, mas as preocupações são bem antigas. Poucos sabem que a chamada Questão Ambiental vem importunando alguns cientistas há quase dois séculos. Em 1827, por exemplo, o físico e matemático francês Jean-Baptiste Fourier (1768-1830), estudioso dos problemas relativos à condução térmica, já mencionava o “efeito estufa” em um trabalho com plantas adaptadas a climas quentes e cultivadas em estufas de vidro no clima frio da Europa. Segundo Fourier, o fenômeno observado naquelas estufas poderia ser reproduzido em maior escala na atmosfera terrestre.
Em 1860, o físico inglês John Tyndall (1820-1893) diagnosticou que as grandes variações na temperatura média do planeta poderiam estar relacionadas às concentrações de dióxido de carbono na atmosfera e, ainda, no mesmo século XIX, o químico sueco Svante August Arrhenius (1859-1927) concluiu que se fosse duplicada a concentração de CO2 na atmosfera a temperatura do planeta poderia aumentar de 5º a 6º C. Desde então, as manifestações científicas acerca dos problemas relacionados ao meio ambiente vem aumentando em número e em profundidade nos seus levantamentos e conclusões. O século XX trouxe consigo, além de guerras e morticínios, novos ramos das ciências mais diretamente interessados na incômoda questão. Dos laboratórios e departamentos das universidades o tema passou a pautar discussões legislativas em todo o mundo, recheou as primeiras páginas dos jornais e as chamadas dos noticiários de rádio e televisão até bater às portas dos cidadãos comuns, dos mortais que acreditam ser felizes porque trabalham para consumir um pouco daquilo que o “sistema mundial produtor de mercadorias” disponibiliza para todos.
Vale lembrar que o relatório dos cientistas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), divulgado no último dia 2 de fevereiro, concluiu que a ação humana é a maior responsável pelo aquecimento do planeta. Os lunáticos ecologistas esquerdistas e utópicos já denunciavam isso, assim como a História.
Escrito por Fernando Gelfuso às 16h26
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AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
Parte II
O homem vem provocando alterações ininterruptas e substanciais nos ecossistemas desde que aprendeu a controlar o fogo, há mais de 150 mil anos. Já naqueles tempos os grupos humanos mantinham com a natureza uma relação predatória, parasitária mesmo, mas sem dilapidar os recursos naturais. Não havia produção, e, quando houve, ela estava voltada para a satisfação das necessidades biológicas diárias mais essenciais dos seus membros, a alimentação, o vestuário e o repouso. A natureza incumbia-se de prover aqueles homens caçadores e coletores que sequer conheciam a propriedade. Mesmo nas mais antigas civilizações, como Egito, Índia e China, já conhecedoras da propriedade e produtoras de excedentes comercializáveis, as intervenções no espaço natural eram diminutas. A produção, quase sempre controlada e armazenada pelo Estado, apesar de infinitamente maior, era voltada ainda para a satisfação das necessidades humanas fundamentais. Mesmo que uma parte significativa do produto do trabalho humano fosse apropriada pelos grupos controladores da máquina estatal, ainda assim a produção não devastava o espaço geográfico.
Ocorre que na Pré-História, na Antiguidade, e mesmo no período que denominamos Idade Média, o ser humano não havia inserido nas suas formas de organização uma instituição, ou como já dizem alguns cientistas sociais, uma entidade chamada Mercado, este objeto de culto das sociedades humanas dos últimos séculos, para as quais ele parece encerrar sentimentos inerentes aos seres humanos – afinal ele costuma ficar tenso, nervoso, sensível, agitado, calmo, aflito, ansioso e, por vezes, angustiado.
A economia de mercado, que na Idade Moderna substituiu a economia de consumo da Idade Média européia, produziu sentimentos e comportamentos que alteraram significativamente os rumos do processo civilizatório. A moda, por exemplo, motor que faz avançar o “Império do Efêmero”, do breve, do instantâneo, do descartável, do belo e do feio, do “por dentro” e do “por fora”, do incluso e do excluso, nasceu.
Escrito por Fernando Gelfuso às 16h24
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AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
AQUECIMENTO GLOBAL E O IMPÉRIO DAS MERCADORIAS
Parte III
Foi ainda nos primeiros tempos da Idade Moderna que o homem fundador da economia de mercado despertou ou, mais grave, fez recrudescer nas sociedades humanas o sentimento do individualismo que, inoculado na alma das pessoas e associado à idolatria da moda, fez despertar o gosto pelo supérfluo. O hedonismo, a determinação do prazer como bem supremo, compunha o leque de princípios do homem moderno-renascentista. Desde então para ser feliz e se destacar dentro do seu grupo o homem (um, singular) deveria se mostrar belo na sua forma, apresentar-se de acordo com os padrões de elegância determinados pelo mercado da moda.
No século XVIII, anos 1700, o movimento iluminista levou aqueles princípios – individualismo e hedonismo – às últimas conseqüências. A Revolução Industrial deu a sua contribuição melhorando em quantidade, qualidade e diversidade a produção destinada ao mercado. Estava assim constituído o “Império das Mercadorias”, em que as coisas passaram a ser glorificadas.
Desde então, vestimentas, alimentos exóticos, meios de locomoção, utensílios domésticos, objetos de higiene pessoal, instrumentos destinados à comunicação, utilidades do processo educacional, isto é, tênis e camisetas, lanches e petiscos enlatados e ensacados; automóveis, motocicletas e bicicletas, facas e aparelhos elétricos, escovas de dente à pilha e chicletes; aparelhos celulares e computadores, lapiseiras decoradas, canetas, réguas e borrachas aromatizadas, foram elevados à condição de bens necessários à vida humana. Mais do que isso, têm sido idolatrados ao ponto de serem quase que “humanizados”, enquanto que os homens acabaram “coisificados”. Talvez, por isso, alguns humanos matam seus semelhantes por causa de um tênis ou de um aparelho celular. Assim a mercadoria fez-se mais importante do que o homem.
Talvez as discussões acerca das questões ambientais não tenham que passar, necessariamente, antes pela substituição ou redução dos níveis de consumo de combustíveis, mas sim pelas buscas de alternativas para o nosso modelo de civilização. Parece fundamental, em princípio, que se altere a mentalidade do homem consumidor.
Assustada, a comunidade internacional parece agora querer empenhar-se no sentido de buscar soluções dentro do próprio sistema, algo como uma forma de “capitalismo ecológico”. Neste caso, resta-nos perguntar de que forma o sistema irá promover a conciliação necessária para atingir as metas, ou seja, como reduzir as emissões de gases poluentes, mantendo os níveis da acumulação de capitais exigidos pela grande burguesia mundial? Mercadorias trazem conforto, com o inconveniente de que também se transformam em lixo.
Penso que será muito difícil convencer a grande burguesia mundial a aderir a causa ecológica. Quanto aos governos, sabemos do comprometimento que têm com as camadas dominantes das sociedades que representam. O que interessa para o sistema são os níveis de produção e de consumo dos países
Cabem, assim, algumas indagações: quem vai assumir a responsabilidade pela divulgação ou difusão de novos hábitos não consumistas a esta geração de jovens que trocam de celular mensalmente e colecionam tênis, roupas, canetas e penduricalhos das mais diferentes marcas e modelos? E quanto às futuras gerações? Como irão se comportar os grandes complexos industriais frente à nova ordem cultural do “capitalismo ecológico”?
Só mais uma questão: será que o tratamento dispensado pelos Estados representantes dos grandes conglomerados industriais e financeiros aos jovens consumistas insaciáveis do ocidente será o mesmo que deram às populações dos países muçulmanos que resistiram sempre à instalação dos “shoppings centers” em suas terras? Somente a História poderá dar as respostas a estas e mais a uma infinidade de indagações.
Escrito por Fernando Gelfuso às 16h19
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O MEIO AMBIENTE: AGORA VAI...?!?!
O MEIO AMBIENTE: AGORA VAI...?!?!
Desde alguns meses a esta parte, os termômetros parecem estar tirando o sono de autoridades políticas, empresários, especuladores, especialistas em climatologia e da população em geral, notadamente nos países mais industrializados do mundo, como os Estados Unidos da América e os gigantes europeus, onde o sol tem rachado mamonas no inverno e a neve caído no verão. As mudanças climáticas – efeito mais evidente do aquecimento global – parecem ter acordado todos aqueles que hesitavam em se compromissar com as políticas de preservação do meio ambiente.
Desde o final do ano passado uma enxurrada de textos sobre questões ambientais desce diariamente a ladeira que liga as sedes das agências noticiosas do mundo rico ao mundo daqueles que eram, até agora, considerados utópicos e lunáticos defensores da natureza. As redações dos jornalões e os estúdios de rádio e televisão recebem diariamente autoridades e estudiosos que buscam em prolongadas entrevistas e análises esclarecer os fenômenos que afligem a humanidade. Tudo é claro, porque os efeitos da devastação e da poluição atingem agora mais direta e intensamente os centros industriais e financeiros mais importantes do mundo. Afinal, 17º Celsius em pleno inverno norte-americano é motivo de enorme preocupação para a população, mas, principalmente, para os negócios ligados ao turismo.
A tensão aumentou ainda mais depois que, no dia 02 de fevereiro, foi publicado o relatório elaborado pelos cientistas do Painel Intergovernamental de mudanças Climáticas (IPCC). O mercado agora está bem mais inquieto, ansioso, angustiado e tenso, afinal as conclusões apontadas pelo documento divulgado pela ONU são dramáticas para o futuro do planeta e, o mais inusitado é que as autoridades científicas apontaram a ação humana como sendo (com grande probabilidade de acerto) a maior responsável pelos devastadores efeitos, o que significa apontar o sistema capitalista atual como sendo o grande culpado pela catástrofe que está por vir.
Assustada a comunidade internacional parece agora querer empenhar-se no sentido de buscar soluções dentro do próprio sistema, coisa do tipo “capitalismo ecológico”. Neste caso resta-nos perguntar de que forma o sistema irá promover a conciliação necessária para atingir as metas, ou seja, como reduzir as emissões de gases poluentes mantendo os níveis da acumulação de capitais exigidos pela grande burguesia mundial? Produção emprega e enriquece, mas também polui. Mercadorias trazem conforto, com o inconveniente de que também se transformam em lixo.
Penso que vai ser muito difícil convencer a grande burguesia mundial a aderir à causa ecológica. Quanto aos governos, sabemos do comprometimento que têm com as camadas dominantes das sociedades que representam. O que interessa para o sistema são os níveis de produção e de consumo dos países. Só para ilustrar a questão indico aos amigos a leitura do editorial publicado pelo jornal O Estado de São Paulo de domingo, 21 de janeiro de 2007, sobre a confiança e o otimismo das grandes corporações internacionais na prosperidade da economia mundial. Para quem tem acesso à leitura da versão digital do jornalão ai vai o link: http://www.estado.com.br/editorias/2007/01/21/edi-1.93.5.20070121.2.1.xml. Lá está dito que a economia mundial vai bem, os níveis de produção excelentes e que, portanto, o mercado está esperançoso.
Cabem então algumas indagações: depois de conduzir quase toda a humanidade pelos caminhos que levavam à festa, ou à farra, do consumismo, como os novos ideólogos do sistema vão proceder para reverter este pequeno (?) desvio (?) da cultura ocidental pós-moderna? Quem vai assumir a responsabilidade pela divulgação ou difusão dos novos hábitos não consumistas a esta geração de jovens que trocam de celular mensalmente e colecionam tênis, roupas, canetas e penduricalhos das mais diferentes marcas e modelos? E quanto às futuras gerações? Como irão se comportar os grandes complexos industriais frente à nova ordem cultural no “capitalismo ecológico”?
Só mais uma questão: será que o tratamento dispensado pelos Estados, representantes dos grandes conglomerados industriais e financeiros, aos jovens consumistas insaciáveis do ocidente será o mesmo que deram às populações dos países muçulmanos que resistiram sempre à instalação dos shoppings centers em suas terras?
A História conhecerá as respostas e estas e muitas outras indagações.
Escrito por Fernando Gelfuso às 18h36
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PRETO CASAGRANDE e o FUTEBOL GLOBALIZADO
PRETO CASAGRANDE e o FUTEBOL GLOBALIZADO
Lembro de retomar o tema proposto no texto “Lei Pelé e Globalização” depois de ouvir hoje, 03 de janeiro, na rádio CBN uma entrevista com o atleta Preto Casagrande, ex-jogador do Santos Futebol Clube, onde conquistou o título de campeão brasileiro em 2004, Fluminense e Vitória da Bahia, clube que defendeu no último campeonato brasileiro da série C; e também porque devo uma resposta ao amigo Álvaro, que visitou recentemente o Blog manifestando sua indignação com o atual estágio do futebol brasileiro e com os “leipelezistas”.
Na entrevista citada Preto Casagrande externou suas angustias com algumas questões que envolvem o mundo do futebol na era pós Lei Pelé. O atleta disparou contra empresários, dirigentes e até técnicos de futebol que, segundo ele, interferem ou determinam a contratação de jogadores em troca da partilha dos ganhos constantes no contrato. Mais ainda, diz que atletas que não entregam seus destinos a “procuradores” têm dificultadas suas vidas profissionais, na medida em que são alijados do “mercado” da bola. Por isso, além de dificuldades para encontrar trabalho, esses desempresariados têm pouquíssimas chances de estarem envolvidos em alguma das milionárias transações engendradas pelos agentes autorizados pela FIFA aqui denominados empresários.
Entendo que, mais do que um desabafo, as informações do jogador constituem-se em graves denúncias, por isso devem ser apuradas pelos especialistas da grande imprensa. Aliás, todos esperam dos repórteres, comentaristas e articulistas, não somente os da área esportiva, mas de todos aqueles que se dedicam à atividade jornalistica, o mesmo empenho demonstrado durante a campanha eleitoral do ano passado, quando batalhões deles saíram a campo em busca de provas contra mensaleiros, sanguessugas e compradores de dossiês. Estamos esperando que os jornais fotografem as montanhas de dinheiro que empresários, dirigentes e técnicos têm abocanhado dos jovens atletas pobres que vêm no futebol a única oportunidade de ascensão social, e que são retirados precocemente de suas famílias e de seus clubes para servirem à reprodução do capital.
É urgente que as comunidades se mobilizem para desmontar a grande máquina privada de reprodução de riqueza que se transformou o futebol. Somente com a intervenção direta das massas torcedoras através da utilização de meios democráticos de atuação política nos clubes esses gaviões do futebol globalizado terão freadas suas nefastas ações. Ao invés de se organizarem para a violência inútil, as torcidas devem organizar e conduzir esse movimento democrático pelo resgate do velho e poético futebol brasileiro contra os interesses envolvidos no malfadado “futebol empresa”.
Que o grande jogador Preto Casagrande seja para o fim da Lei Pelé aquilo que significou para o fim da ditadura no futebol o exemplo de outros craques da bola como Afonsinho e Reinaldo que, com suas condutas democráticas dentro e fora de campo, acabaram transformando a mentalidade autoritária de técnicos e dirigentes nas décadas de 1970 e 1980.
Escrito por Fernando Gelfuso às 23h20
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FELIZ ANO NOVO!
FELIZ ANO NOVO!
Em pouco tempo, menos de três meses, vivenciei momentos de grande satisfação com a receptividade manifestada por inúmeros amigos, seja nos comentários deixados no blog ou em conversas nas ruas e nos corredores das escolas. Confesso que não esperava tanto quando me iniciei neste meio de comunicação.
Aliás, e quem me conhece sabe bem isto, eu nunca fui muito dado a este meio “internáutico”. Mal sabia postar meus textos. No entanto, hoje me sinto feliz, pois, além de descobrir um novo meio de externar e partilhar minhas idéias e angústias, descobri ou intensifiquei contatos, relações e amizades que talvez não conseguisse sem o blog. Fiz contatos com ex-alunos de muitos anos atrás que estão vivendo muito distante de onde eu estou. Foi emocionante. Tudo muito legal.
Agradeço imensamente a todos os visitantes. Abraços aos amigos novos, aos velhos amigos e, especialmente aos amigos alunos que tantas alegrias já me proporcionaram ao longo deste e de outros anos.
Desejo a todos muita SAÚDE no ano que vai começar. Alegrias e amizades. Para toda a humanidade PAZ, JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE E IGUALDADE.
Feliz Ano Novo
SALVE 2007!
Fernando Gelfuso
Escrito por Fernando Gelfuso às 16h58
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FUTEBOL E GLOBALIZAÇÃO:
FUTEBOL E GLOBALIZAÇÃO:
A propósito do texto “LEI PELÉ e GLOBALIZAÇÃO”, escrito e publicado neste blog no dia 3 de dezembro de 2006, gostaria que os visitantes apreciassem um artigo de autoria do sociólogo Emir Sader que me foi indicado pelo professor Renato Leone (http://leone101.blog.uol.com.br/).
O texto “NEOLIBERALISMO NO FUTEBOL”, do professor da UFRJ esta disponível no link:
http://cartamaior.uol.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=80
Escrito por Fernando Gelfuso às 01h22
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BRASIL, Sudeste, RIBEIRAO PRETO, JARDIM PAULISTA, Homem, de 46 a 55 anos, Livros, Música, Esporte Outro -
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